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... Karapanã ...
 


Experimente!!

 o karapanã voou para o www.karapana.wordpress.com  Tudo está ainda em construção e experimentação (mais flexível, mais rico que os modelos de blogs do UOL). Vou arrumando aos poucos. O foco continua nas complexas "ciência, tecnologia e cultura", meus interesses desde sempre. ;-)



Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 10h15
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dá pra engolir essa?

Enfim... a cada dia uma invenção hilariante no mundo: hoje eu já ri horrores desse tal de detector de mentiras em emails. Qual é a utilidade séria de uma coisa dessas?

Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 14h31
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dicas de como ser um bom blogueiro

A edição do Link - caderno do jornal Estado de São Paulo - publicou uma série de textos sobre o mundo dos blogs, com constatações, entrevistas, dicas etc e tal. É interessante, mas não é derterminante, claro. També não é, mas poderia muito bem ser uma indireta pra mim, que já fui mais assídua. Estou recuperando o foco do meu blog... Para ler o LINK, clique aqui.  O UOL bem que podia melhorar esse serviço pobre para blogs. Tá dando um pau na abertura do blog, e isso só apressa a minha migração...

Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 13h34
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+ computador xereta.

E a novidade do post abaixo está toda rodeada de polêmicas sobre o uso do leitor de pensamentos (inclusive p/ o Marketing). Leia aqui-> "Avanço da Neurociência aponta para futuro de Minority Report"

Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 14h50
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+ professores Pardais.

 

Importante! ... Não abandonei este blog e nem os blogs dos amigos e outros que gosto de visitar. Estou meio sumida, porque estou planejando um novo endereço e junto com isso o novo semestre de trabalho e outras coisas. E daí que uma hora a gente cansa de pensar e não ter corpo (e tempo) pra fazer tudo que se quer ou precisa. Por isso achei muito boa a notícia do desenvolvimento do "computador que lê pensamentos", e que, com um pouco mais de trabalho dos pesquisadores, executará os nossos desejos. Claro que isso não é pra nossa vidinha cotidiana, mas seria totalmente demais poder realizar algumas atividades (chatas) só manipulando uma máquina com comandos cerebrais. Já teria uma lista pronta de coisas aqui... ;)



Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 18h47
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Reciclagem de informações

Hoje começa - oficialmente - mais um ano de trabalho para mim. Mais um ano em que trabalharei essencialmente com reciclagem de informação (de fato, eu creio que maior parte do que todos nós fazemos é isso). Existe pouca gente produzindo informação nova e interessante. Conheço várias criaturas do mundo acadêmico que criam títulos empolados e empoados para os seus trabalhos, mas, no fim, é mais uma colcha de retalhos. Sim, eu entendo que às vezes enrolações são necessárias, pois a tentativa de "criar novidades", "repaginar" velhas teorias, "reformular" posturas é um negócio que dá um trabalho e tanto. E sobre a mistureba de coisas que as pessoas fazem pra criar novidades, produtos atraentes, li uma matéria que me deixou meio zonza de tanta arrumação num lugar só.

Na Rolling Stone Brasil, nº 4 (janeiro/07), há uma reportagem, muito bem escrita no estilo gonzo por Cláudio Tognolli, sobre um novo xamanismo que mistura o uso do ayahuasca com tambores e entidades dos cultos afros. Um dos caras entrevistados é o xamã alemão, PhD em engenharia eletrônica Max Sandor. Ele é o cara que ligou códigos binários da matemática aos arquétipos dos orixás para criar a teoria do Skywork. Onde ele mora? Em São Paulo. É muita informação reciclada ou não? Do ponto de vista da criatividade, eu achei sensacional e me lembrou até Fritjof Capra. Sério, queria ter uma sacada dessas... rs.



Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 15h38
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de olho nas tendências

Antes que termine o mês, vai uma dica de leitura rápida: A Revista Marie Claire, de janeiro, traz uma matéria muito bacana sobre futurismo, a atividade dos cool hunters ou pesquisadores/caçadores de tendências de consumo, comportamento, design, tecnologia etc. A matéria mostra pensamentos dos observadores de tendências sobre o futuro da família, das formas de morar, do jeito de se vestir, sexualidade, cuidados com o corpo etc.  Fragmentos da matéria -->> "Uma das pioneiras da atividade futurista no Brasil, Rosa Alegria explica melhor. 'O futurista ajuda as pessoas a construir o presente, olhando pela perspectiva do futuro. Hoje, quem só olhar pelo retrovisor corre o risco de ser atropelado pelo futuro. Estudamos a complexidade das mudanças, inter-relacionando sistemas. Não adianta olhar só a economia, ou a ecologia. É preciso enxergar a rede toda. Vai além do mercado: futurismo é uma disciplina sistêmica, quer dizer, parte da certeza de que tudo está conectado." 

"Consumo no singular - Chega de massificação: as projeções apontam para a singularidade no consumo, ou seja, a radicalização no processo de segmentação. Consumidores motivados por valores mandarão em 2010. Hoje, eles fogem do mercado de massa e já formam um 'nicho' de bilhões de dólares: consomem carros híbridos, alimentos orgânicos e, definitivamente, não acham que foie gras é chique. Dominarão nesse cenário as marcas que conhecem em minúcias os vários públicos e agregam valores morais e éticos aos seus produtos." --->> do texto "O futuro é já", por Heloísa Helvécia.



Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 09h11
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Moleza para o cérebro

"É saudável esquecer", costuma nos dizer o neurocientista Ivan Izquierdo em suas entrevistas e palestras. Não há condições físicas para que lembremos de todas as coisas que aconteceram ou acontecem diariamente. Por isso, principalmente, esquecemos situações e pessoas irrelevantes para nós. No entanto, um projeto da informática busca exatamente o inverso: guardar as lembranças de todas as coisas e pessoas que vimos ou convivemos, documentos que lemos, conversas etc. Ou seja, registrar tudo, até aquilo que a nossa memória seletiva não captaria, mesmo em momentos de descontração como, por exemplo, um happy-hour com amigos. Gordon Bell, um maluco pesquisador da Microsoft, juntou num só projeto experimental várias formas de capturar todo tipo de informação ao nosso redor (nada de sobrenatural) e batizou esta idéias de cerébro-anexo de "My life bits". Uma geringonça que daqui a alguns anos vai estar à nossa disposição no mercado a um preço microsoftiano. Quem assistiu ao filme "Violação de Privacidade" deve lembrar como funcionava o chip da memória, que, uma vez implantado no feto, gravava sua vida em áudio e vídeo desde o nascimento até a morte; mas o My life bits é muito mais complexo. Com o objetivo de eliminar todo tipo de papel e criar uma memória em bits, Bell transforma até suas notas de caixa de supermercado em arquivo num HD. Acho um pouco assustador (vide o filme citado, por exemplo), mas interessante ->> para o trabalho, estudo etc, mas não para minha vida particular. (Não curto muito papos sobre flash-backs, mas tem gente que adora isso...) É verdade também que já temos muitos bits armazenados "aleatoriamente" pela rede e em nossos PCs. É só olhar o arquivo do gmail, os fotologs, o youtube, os blogs etc. Uma coisa exatamente boa na pesquisa do Gordon é que ele não precisa ficar se preocupando em lembrar de algo feito há um mês. Ao contrário, ele não se preocupa em esquecer das coisas.
Veja mais informações do funcionamento do projeto do Gordon Bells p/ a Microsoft, que estão na reportagem "Gordon Bells - Uma mente para detalhes" da edição da revista Galileu de janeiro/2007. (A mesma que tem a matéria de capa sobre "A guerra contra Deus".. Eu não entendo mais estas revistas de divulgação científica...)

Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 09h11
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Voltei pra casa!

 Nem quero falar como foi bom... Perdi até o hábito de usar relógio... Não tenho nenhuma reclamação, nem me preocupei com nada de trabalho. Paciência, ócio e nenhuma culpa por aproveitar o tempo com qualidade. Sinto, de verdade, pelos amigos que ficaram na loucura da produção.



Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 09h04
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sombra e água fresca


Gente, estou em viagem pela Amazônia. Descansando na casa da minha mãe, tomando banho de igarapé, bebendo suco de cupuaçu etc. Volto em breve. Boas festas pra quem as curte. Bom descanso pra quem está de férias. Até 2007!!!

Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 18h31
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conceitos e projetos importantes em tech

que vão dominar o debate na área, conforme a profa. Lúcia Santaella* - na FSP de hoje. (texto completo do jornal)

Computação "pervasiva"
"Pervasive computing" é um conceito atual que está tomando conta da computação e informática: chips imperceptíveis por todos os cantos, paredes, roupas, carros. Por aqui, cientistas que entendem disso são Carlos H.C. Ribeiro (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) e Sergio Bampi (Universidade Federal do Rio Grande do Sul).

Mark Hansen
O que acontece com o corpo e a mente quando navegamos no ciberespaço? Em "Bodies in Code -Interfaces with Digital Media" (Corpos em Código - Interfaces com Meios Digitais, ed. Routledge), Mark Hansen trata do papel crucial da atividade motora e tátil nos cruzamentos fluidos entre os reinos físicos e virtuais.

Blue Brain
O projeto (http://bluebrainproject.epfl.ch) elevou a pesquisa sobre o cérebro a um patamar ambicioso. O Brain Mind Institute, que o desenvolve, se constitui de uma rede internacional de centros de pesquisa, incluindo o Instituto de Neurociências de Natal (RN).

Dicionário virtual
A intrincada e gigantesca trama de conceitos, comentários, história, crítica, artistas, obras, procedimentos e técnicas das artes midiáticas está acessível em www.comm.uqam.ca/GRAM/Accueil.html (em francês).

Jogos
Não dá mais para ignorar a relevância cultural dos games. O site www.gamecultura.com.br é um ponto de encontro para a comunidade dos que desejam conhecer, compartilhar e se divertir com novidades sobre essa mídia absorvente.

*é coordenadora da pós-graduação em tecnologias da inteligência e design digital na Pontifícia Universidade Católica (SP).



Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 09h25
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cinema e vídeo científico

Festival de cine e vídeo científico do Mercosul (Cinecien) começou no dia 4 (ontem) e vai até o dia 10, no Rio de Janeiro-RJ. Quem não puder ir ao Rio ver a mostra, mas estiver a fim de participar, existe a opção de ver no dia 8, sexta-feira, pela internet, a mesa-redonda "Ciência na tela do Mercosul" a partir das 16:30h. O link para assistir à transmissão é http://gtvd.rnp.br/d-webtv.jsp?id=CINECIEN. Para saber mais informações  sobre participantes e agenda do festival, é só clicar lá no nome do evento na primeira linha deste post.

Eu não vou, infelizmente (...fim de semestre...), mas vou tentar acompanhar a mesa-redonda. O vídeo de divulgação científica já foi meu objeto de pesquisa e produção durante alguns anos. Meu aprendizado de jornalismo de televisão foi todo no programa Academia Amazônia realizado na UFPA e veiculado de 1991 até 1997 pela TVE (transmitido p/ Rio de Janeiro). Primeiro fiz estágio em 1993, depois fui repórter em 1996 e 1997. E de 1999 a 2002 desenvolvi minha pequisa sobre a produção do vídeo científico institucional no Brasil. E conheci muita gente bacana que trabalha com o tema, tanto na época de estagiária e repórter, quanto como pesquisadora. Um deles foi o primeiro diretor do projeto Academia, Juvêncio Arruda, que hoje, além de amigo, é dono do blog mais famoso sobre política paraense: o Quinta Emenda. ;)



Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 11h37
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As baleias e nós

Achei interessantíssima a notícia sobre a descoberta de um tipo de neurônio que torna mais próximos o homem e a baleia jubarte (com células cerebrais semelhantes a humanas). Segundo a pesquisa, o achado é uma boa pista para explicar por que a baleia é capaz de apresentar uma "comunicação complexa, formação de alianças, cooperação, transmissão de cultura(sic) e uso de ferramentas", tal qual os humanos...   Lendo esta descrição, surgiram algumas idéias irônicas (estavam fazendo falta). Pareceu-me que, caso as baleias aprendam a língua dos humanos, também poderiam ser candidatas a algum cargo político no mundo terrestre. Além disso, posso provocar os criacionistas, pedindo que me expliquem por que a baleias são tão parecidas com a gente no comportamento, mas são muito diferentes em imagem e semelhança. E tb faz cada vez mais sentido a existência das sereias. (Chega de viagem inútil..rs...)

Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 11h09
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Revelação

foto Alexandre Schneider/FSP

A Revista da Folha revelou meu destino de descanso nas férias!! Daqui a um mês estarei bem pertinho de Alter do Chão (que é vila de Santarém - fica a 30km), a sugestão do roteiro "ÁGUA" da edição da revista deste domingo. É um lugar lindo para quem gosta de natureza. Nasci em Santarém, onde grande parte da minha família ainda mora, mas pra mim hoje é apenas um lugar especial de férias: praias desertas, peixes frescos, igarapés com água gelada, frutas exóticas e casa da mamãe. Mais o que? Longe, muito longe das preocupações diárias. ..Ah...espero que os controladores de vôo colaborem também.

Complexo esse universo amazônico. O jeito é deixar a preguiça baixar, e a água te levar. Pegar praia é sem dúvida revitalizante, mas deitar em uma sombreada pela maior floresta tropical do mundo é um privilégio e tanto. (fragmento do texto de Roberto Oliveira p/ a Revista)

Mais fotos:--> Alter do Chão.



Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 09h34
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para descontrair

Recebi esta bola-meme do Edd, um cara que tem textos bacanas e o pseudo-sobrenome "Lain" (somos cyberparentes).
--->>Devo postar sobre três autores que desisti de ler, por qualquer razão.
Bom, em princípio foi difícil, mas depois de uma noite irada, não me faltaram nomes. Vamos aos três nomes - por razões diferentes, respectivamente: metidez,  incompatibilidade de gênios e fórmula "soufudidoemalpago".

1) Theodor Adorno (como representante de vários acadêmicos): Desde que li pela primeira vez, atribui a dificuldade de entender muitas coisas à minha imaturidade intelectual e à tradução dos textos. Mas lendo um artigo deste senhor - que todo estudante de comunicação já ouviu falar um dia -  descobri que o infeliz escrevia aqueles textos cavernosos exatamente para travar a leitura dos leigos. Que infame!

2) Henry Miller: Comecei a ler Sexus... e devolvi a biblioteca. Detestei os excessos da linguagem do cara. Como esse episódio foi na adolescência, talvez fosse melhor pegar e tentar de novo.

3) Marcelo Mirisola: Até onde vi de Bangalô, tudo soa muito artificial. Forçado pra fazer sucesso. Definitivamente, não li tudo e não gostei. Não sinto a menor curiosidade pelo restante da obra e nem pelo fato deste brasileiro ser considerado um gênio por alguns críticos.

Passo a bola para MiltonCris, Juca e Adriana,  e quem quiser reproduzir por aí...

Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 09h03
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