Nãoooooo. Eu não vou ao show do Placebo. Por favor, não me torturem. Lei de Murphy**. No dia do show, no Rio de Janeiro-lugar mais perto de casa, vou ter trabalho e não vai dar pra faltar.

Pra não morrer de tédio em Vixcity, vou, hoje, ver o sarcástico Nasi e admirar o Scandurra - Ira! acústico. Será diversão pra esta noite quase-vazia de sábado. Já até ganhei ingresso.
Escrito por Ale - Lain às 10h37
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PERAÍ, não entendi...
No Jornal Diário do Pará - de hoje - leio a seguinte:
Inversão Há cinco processos no TJE relacionados à agressão do empresário Ronaldo Maiorana contra o jornalista Lúcio Flávio Pinto. Só um deles decorre de ação ajuizada pela vítima. Os outros quatro são do agressor, que agora decidiu cobrar, também, indenização por danos morais e materiais que Lúcio e o DIÁRIO teriam provocado ao denunciar o espancamento. Resumindo: é um perigo ser agredido pelos Maiorana.
Como assim? Que absurdo! O cara apanhou em público, porque fez críticas ao poder explícito da maior organização de comunicação do Pará e ainda leva processo porque divulgou a agressão? Será que leva processo por falta de reação física também?
Blargh! ....É.... Parece que no Pará, em qualquer instância, a melhor forma de resolver algo é transformar em pó a pedra que entrou no sapato.
Escrito por Ale - Lain às 09h58
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F.E.A.R
[...] Fantastic expectations Amazing revelations Final execution and resurrection Free expression as revolution Finding everything and realizing
You got the fear F.E.A.R. (You got the fear) - (Ian Brown)
Escrito por Ale - Lain às 17h10
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Jogos
O jornalista Gilberto Pavoni escreveu ontem, no Techboogie , sobre a Internet como um ambiente sem lei e se referiu a um assassinato ocorrido na China, em que um participante de jogo virtual matou outro, por causa de uma arma usada no dito game.
Não querendo comparar, mas já comparando... No Brasil, tão hediondo quanto, foi o crime cometido por jogadores de RPG, em Ouro Preto-MG, em 2001. Uma participante foi morta por seus colegas, aparentemente, devido ao contexto do jogo em um cemitério da cidade. Da mesma forma que o chinês, a estudante foi ferida com muitas facadas.
Situações semelhantes, ambientes diferentes e pessoas envolvidas seriamente em um jogo, onde os personagens tomaram conta do real.
Escrito por Ale - Lain às 15h37
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sobre a tira do cavalo manco
Fiquei achando maior graça de duas coisas que aconteceram, por causa do meu destaque dado à tira do cavalo manco que eu postei ontem. Eu enviei-a, por e-mail, para alguns amigos, dizendo o quanto eu tinha a achado engraçado e como isto pode ser usado pra falar de instituições e pessoas.E um deles, pesquisador conhecido no mundo da comunicação brasileira e internacional - em uma área específica- me retorna a seguinte coisa:
Que viagem aeee... Depois você me dá um pouco disso que esta tomando...
Será???? Risos...
Por outro lado, vi hoje uma prova de redação que estava pronta para ser dada aos alunos. Qual minha surpresa? Lá estava a tira do cavalo manco. Não recordo a questão, mas vi que a colega que elaborou tinha copiado a coisa do meu blog, pq ela deixou o “rabicho” da referência (que eu li o quadrinho na Folha tb)..puf...
Não posso estar doida sozinha.... rs...
Escrito por Ale - Lain às 15h31
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Hoje, na Folha de S. Paulo - Caderno Mais - Coluna da Mônica Bergamo, uma notícia surreal:
O apresentador Ratinho deve ganhar novo horário na grade de programação do SBT. Em abril, terá de volta seu programa diário, de segunda a sábado, às 19h. A experiência de colocá-lo no ar às quartas, sábados e domingos espantou o público-alvo do apresentador, segundo pesquisas do próprio Ratinho.
Dúvidas: * Que tipo de coisa ainda pode ser capaz de "espantar" o público-alvo daquele programa? * Desde quando aquele apresentador "faz pesquisa"? Deve ser pesquisa de supermercado. * Circo não funciona só aos fins de semana?
$+$$$+$$$$$$$$+$$$$$$$$$$+++
Níquel Náusea por Fernando Gonsales - (Folha Quadrinhos de hj tb)
Escrito por Ale - Lain às 07h13
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Sobre a fragilidade dos laços humanos
Tenho colegas “próximos” que se tornaram distantes, depois que tomaram parte da minha lista do messenger. Gente com quem não tinha tempo de conversar no dia-a-dia, mas que, depois, eu me certifiquei de que era a melhor forma de conviver: cada um na sua, com cordiais cumprimentos - “oi, tudo bem?”. Nada de entrar na minha lista de contatos “a qualquer hora”. Delete forever, ao menos do programa! Já fui cobrada por ter bloqueado pessoas no messenger. Bloqueio sim. Basta pisar na bola com espionagens, fofocas idiotas e outras invasões de privacidade.
Por outro lado, pessoas “distantes” se tornaram próximas e agradáveis. Algumas muito próximas e regulares na minha vida. Cada uma especial por suas particularidades. Obrigada, gente!
Acho que esse duplo fluxo se mescla. E o que era mais difícil de romper antes, agora pode se dar mais facilmente [te deleto!]. E o que podia ser mais fácil de romper, às vezes, dói de verdade [te bloqueio, mas não te deleto pra sempre]. É a liquidez dos tempos<->relações.
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We might as well be strangers! (Keane)
Escrito por Ale - Lain às 10h40
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"Amor Líquido"
Autor: Zygmunt Bauman
Buscar na Web "Zygmunt Bauman"
Quando: 2004
“O advento da proximidade virtual torna as conexões humanas simultaneamente mais freqüentes e mais banais, mais intensas e mais breves. As conexões tendem a ser demasiadamente breves e banais para poderem condensar-se em laços. Centradas no negócio à mão, estão protegidas da possibilidade de extrapolar e engajar os parceiros além do tempo e do tópico da mensagem digitada e lida – ao contrário daquilo que os relacionamentos humanos, notoriamente difusos e vorazes, são conhecidos por perpetrar. Os contatos exigem menos tempo e esforço para serem estabelecidos, e também para serem rompidos. A distância não é obstáculo para se entrar em contato - mas entrar em contato não é obstáculo para se permanecer à parte. Os espasmos da proximidade virtual terminam, idealmente, sem sobras nem sedimentos permanentes. Ela pode ser encerrada, real e metaforicamente, sem nada mais que o apertar de um botão" p. 82
Categoria: Citação
Escrito por Ale - Lain às 10h36
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Como reconhecer fraudes eletrônicas
Olhem aí dicas de como reconhecer um e-mail suspeito e não cair nas garras dos ladrões da internet!
http://webinsider.uol.com.br/vernoticia.php/id/2384
Escrito por Ale - Lain às 19h26
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Feriado
Meu feriado foi muito bom. Estive no Rio de Janeiro, cidade que gosto. Onde mora gente que gosto. Encontrei pessoas queridas que não via há vários meses e isso me deixou feliz. Amigos cariocas e paraenses.
Chovia demais!
Algumas situações interessantes aconteceram.
1) Livros - Li fragmentos de dois livros: ambos na casa de Edna e Ranny (um metaleiro paraense, vivendo no Rio e fazendo sucesso em Vitória).
*O primeiro livro - do qual, felizmente, não lembro o título – é sobre o rock paraense na década de 80. Vale como registro de uma época. Porém, o jornalista não teve o mínimo de decência e transformou partes do livro que falava sobre bandas como Álibi de Orfeu, Tribo e Solano Star, em alguma coisa parecida com aquelas colunas de fofocas de jornaleco. Talvez, seja pelo fato do jornalista que escreveu aquilo ter feito parte de uma banda, que não tocava nas rádios e nem nos shows mais freqüentados da capital paraense. Sinceramente, me deu até raiva de ler trechos nitidamente “venenosos” sobre algumas pessoas que conheci pessoalmente. Pessoas que batalhavam pra manter suas bandas. Aí vem um cara com dor-de-cotovelo de décadas dizer que fulana só fazia sucesso pq tinha belas pernas e que fulano era um drogado irresponsável e que fulaninho só se deu bem porque era filho de gente importante na cidade. A palermice do cara é tão grande que eu pergunto “o que sobrou do rock paraense?” Foi isso que sobrou? Um livro de fofocas? Não lembro o nome do autor, um Ismael ou Israel de tal. Se fosse um livro bom, fazia questão de citar nomes e títulos corretamente.
* O segundo livro - interessantíssimo – é “Cenas da vida pos-moderna” de Beatriz Sarlo. Apesar de ser edição de 1997, eu jamais havia o encontrado.
2) Jornal - Vi um jornal belenense do ano passado; capa de edição de polícia. O personagem da foto gigantesca era um rapaz que conheci na época de movimento de casa de estudantes no Pará. Ele era o diretor da casa do estudante paraense. Uma casa enorme com muitos apartamentos. Naquela época ele era estudante de sociologia. Na capa- colorida- do jornal, a foto do meu colega sentado num sofá velho, só de calção, com um curativo enorme no peito, olhar desesperado, mãos algemadas. E o título “Sociólogo drogado mata esposa a facadas”. Foi um crime pavoroso. Haviam ingerido uma “fórmula” que combinava um mix de coisas alucinantes.
3) Sonho – Ontem, cedinho, chovia no Rio. Acordei, ouvindo de longe uma gravação com voz eletrônica: Zero, One, Four, Repeat, Press, Zero, Five. Uhm... pensei que estivesse sonhando com o “Ok Computer”. Depois, busquei me lembrar o que era aquilo. Lembrei: era “voz” de secretária eletrônica sendo programada. Algum vizinho programava a máquina em volume alto. Foi engraçado, pq eu fiquei tentando mesmo recordar de “onde eu conhecia aquela voz familiar”.
5) Música - Ganhei um cd, produção exclusiva. Algumas músicas:
You are my joy – Reinder Section; Everybody is gotta learn sometimes – Beck; Teardrop- Massive Attack; Starlings of the slipstream – Pavement; Butterflies & hurricanes – Muse; Mend these trends – South; Motorcycle emptiness – Manic S. Preachers; e outros.
6) Estranhos – na viagem de volta. Um professor de economia (conhecido em Vitória) brigou com um americano. Palavras que lembro do professor gritando com o americano “Man, give me my pillow! You have 3 pillows! you catch my pillow! (risos...).. O americano se desculpava e dizia que era um engano. O professor esbravejou a melhor coisa que eu ouvi da discussão “Here is Brazil, here is not America!” --- (sic) Uma senhora que ouvia aquilo disse “é isso aí, esses gringos vem pra cá pra avacalhar mais ainda o país!” –> Gente, isso dá altas discussões sobre o colonialismo-capitalismo-eodiaboaquatro-americano. (mas eu tô fora!)
* Terminou o feriado e hoje tem paredão do BBB 5. Versão onde “o bem vence o mal e espanta o temporal. O azul e o amarelo, tudo é muito belo!” Aliás, eu li em algum lugar que a versão brasileira bateu recorde de participação do público.
Escrito por Ale - Lain às 18h49
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