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Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 10h16
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Cosmic Rough Riders*

Uma surpresa que tive ontem: ver um depoimento do renomado astrônomo brasileiro Ronaldo Rogério de Freitas Mourão, na revista Terceira Civilização, da Brasil Soka Gakkai Internacional, associação civil de orientação budista . Sempre vi o Dr. Mourão como um cético convicto, por isso, a surpresa ao ler o relato sobre encontro dele com Daisaku Ikeda, presidente da Soka Gakkai. Nesse depoimento na edição de julho da TC, o astrônomo relata emocionadamente sua visita à escola Soka  e suas conversas com Ikeda, no Japão, sobre paz - não sobre budismo (mas achei diferente ele aparecer escrevendo na revista). Recortei o seguinte da fala do cientista: "Quando se observa o Universo, consegue-se ter o sentimento de unidade e humildade".

Neste sentido, complemento com a reflexão de outro cara que admiro como divulgador científico: o astrofísico brasileiro Marcelo Gleiser, na revista Época desta semana.
'A busca científica é uma entrega ao mistério maiúsculo, é essencialmente espiritual''(...) ''Nessa procura, que você faz às cegas, apalpando o desconhecido, você está inventando o que significa ser você. Somos todos feitos de estrelas. Todo o carbono, o manganês, o cálcio que tem em seu corpo vieram de uma supernova que explodiu perto da nebulosa solar há 5 bilhões de anos. Quando você se coloca como um ser cósmico, a perda se transforma em algo mais aceitável porque é a lei do Universo. Quando você destrói alguma coisa, outra é criada.''

Ligando as duas perspectivas, é possível fazer muitas viagens. Somos nada e tudo ao mesmo tempo. E não importa pra onde você vá, o novo e o velho, as contradições todas, residem em você e no mundo. São partes da filosofia oriental, da ciência e dos meus pensamentos. São coisas que só fazem sentido, se a gente tem perguntas sobre o mundo.

*CRR



Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 11h54
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quase um diário...

No meio das férias tão desejadas, acordei com uma terrível dor-de-cabeça. O corpo já estava roliço desde domingo. Mesmo dia em que eu chorei ao ler uma matéria do NYT, sobre a dificuldade de se pagar pelos melhores e mais caro$$ remédios para tratamento de alguns tipos de câncer. Hoje, além da dor-de-cabeça FDP, comi quase um pacote de casadinhos e chorei ao ouvir Johnny Cash cantando "In My Life", dos Beatles e "Hurt", do Nine Inch Nails. Se bem que qualquer coisa na voz dele, fica triste. Enfim, escrevi isto pra dizer que em algumas coisas eu me rendo à idéia do controle da "natureza". Digo: estou com sintomas de Síndrome Pré-Menstrual, em parte ditada pela mudança hormonal, característica de mulheres em idade fértil... e aí o que vou dizer? Não tem "apenas boa vontade" que segure essas variações químicas-comportamentais. As soluções são as mais diversas, mas eu prefiro ficar quieta, ouvir músicas calmas e não falar besteira pra não brigar com os outros..rs..  A Lucélia Santos disse que lava um tanque cheio de roupa. Eu prefiro tomar um analgésico com um chá de capim-limão e dormir. Isso também passa. Também é cíclico.



Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 16h48
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não, não e não!

Praticamente todo mês essa notícia se repete, só mudam os bichinhos: moscas e ratos... Qualé? querem nos fazer acreditar que, SIM, somos frutos do determinismo biológico:  Pesquisas confirmam a influência da genética no comportamento sexual. Se for assim, nós somos quase como as máquinas...? Peraí que eu vou ali comprar um livro de auto-ajuda e tomar uma vodka quente - pra esquecer tudo o que pode ser pensado a partir dessas pesquisas.



Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 17h07
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multiplicação em processo...

"Digo que a palavra é um vírus, sendo que um vírus que atingiu equilíbrio com seu hóspede. Ele se multiplica dentro da célula sem ferí-la. Pensamos que usamos a palavra, mas na realidade ela é que nos usa". - William Burroughs

Há um mês, coloquei aqui um texto falando que a B2B Magazine publicou no site uma matéria sobre executivos que blogam. O link pra essa matéria não funciona mais, porém a revista de junho ainda estava nas bancas até semana passada. Título da matéria: "CEOs que blogam", do Gilberto Pavoni Junior.
Recorte do texto" A lista de executivos que blogam  crece a cada dia, provando que usar um pouco do escasso tempo fazendo  mensagens na internet pode ser muito produtivo".

No último domingo, dia 17, a Folha de S. Paulo reproduziu uma matéria do jornal britânico Financial Times, cujo título é "Empresas usam blog para atrair consumidor", do Scott Morrison. 
Recorte do texto "Sem falsa modéstia, os blogueiros prevêem que o fenômeno vai inaugurar uma nova era nas comunicações empresariais. Hoje a maioria das empresas redige mensagens controladas que são transmitidas através da mídia. O advento do blogging está começando a levar as empresas a pensar em como levar conversas reais com seus clientes e funcionários, em duas mãos e em tempo real, quer gostem disso, quer não."

Acabo de ver a newsletter do Webinsider e me deparo com outro texto sobre o mesmo assunto (data de hoje) com o título:  "O poder dos blogs -Surgem novos e influentes canais de informação para as empresas.", do Marcelo Póvoa.

Recorte de texto: "O fato presente e importante é que a manifestação de influência de comunicação via blogs sinaliza uma tendência de segmentação dos canais de mídia – sem no entanto haver perda no poder de geração de efeitos em escalas massivas. É fundamental que empresas fiquem atentas pois possivelmente teremos algumas mudanças nos paradigmas de gerência da comunicação nos anos que virão. Blogs são antes de mais nada uma atitude. A evolução da tecnologia provê as bases para que esta atitude se manifeste. "
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O textos, como era de se esperar, trazem informações semelhantes, mas mostram também outras particularidades sobre o uso dos blogs. Interessante acompanhar casualmente esta multiplicação de uma idéia ou de percepções sobre o tema.



Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 10h07
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We float

Tudo é temporário, passageiro, nômade, turista, sazonal, líquido, mutável, transitório e volátil. São palavras distribuídas pelas minhas "crenças" filosóficas, religiosas e de vida. Então, antes que as férias passem e acabem, vou aproveitar para fazer nesta semana algumas coisas que não consegui nos últimos meses, quando os dias se repetiam como no filme O Feitiço do Tempo. E para momentos de relaxing, nada de Suntory (o uísque de Encontros e Desencontros), só suco de limão gelado...rs.

Um blogueiro italiano não pensava assim. Achava que sua vida era eterna. E imutável. Leia aqui o que fez o panaca.

>>
Recorte da descrição de um videogame por Beatriz Sarlo: "A cada três, quatro ou cinco minutos, retorna-se ao princípio: letras no vídeo indicam que, apesar de tudo parecer idêntico e infinito, não é bem assim, o contador zerou de novo, é hora de começar a contagem outra vez. As máquinas são um infinito periódico, em que cada tanto encerra um ciclo e inicia outro, basicamente igual, mas ao mesmo tempo caracterizado por variações. Como um infinito periódico, hipnotizam e induzem à busca de um limite inalcançável acima do qual o jogador venceria a máquina". (Cenas da vida pós-moderna - Intelectuais, arte e videocultura na Argentina)

 ~0~ .One day we''ll float.Take life as it comes - PJ Harvey



Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 09h48
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espelunca

Ontem fiquei revoltada (pra variar) com uma notícia, que li no jornal Estado de São Paulo, sobre a pobreza em Campos do Jordão-SP, a cidade da qual o resto do país só conhece o lado "do luxo e do prazer". A matéria falava do "lado espelunca", das crianças pobres que ganham um trocado como estátuas vivas de anjos - que tremem de frio. Elas ainda têm que dar uma parte de sua "renda" para os outros meninos, que alugam a roupa de anjo pra elas. PQP! É assim no Brasil: fondue para uns e apenas o cheiro para os outros. Uns sentam em dólares, outros só pegam em moedinhas de real - e têm que "repartir". Mas não vou ficar falando de coisas que todo mundo já sabe.

Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 09h42
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