efeito espelunca
Um game fácil. Os meninos vão babar e as meninas vão torcer o nariz: espelunca.
Se você curte um vodu ou marionete, olha isso: manipulação "virtual"
(Keith Harring)
Em Vix, qualquer programa noturno é chamado de "rock" (como em São Paulo, tudo é "balada"), até pagodão é "rock". Daí que rock de verdade é a coisa mais difícil.... mas a gente vai curtindo o novo disco dos Rolling Stones. Ouve no site deles. Ou baixa logo aqui
Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 16h35
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Quantos são você no cibernirvana?
Hans – Walter Ruckenbauer disse:
“A internet eliminou em um só golpe o constrangimento vigente há milênios de se estar acorrentado por toda a vida a uma única e mesma identidade: paira a promessa de um mundo de infinitas ‘segundas chances’ e de máscaras aleatórias. Como em um passe de mágica, a rede atrai pessoas com problemas de personalidade, ‘existências partidas’ fracassadas em sua vida real imediata, ‘que embora não disponham de uma identidade conquistada de modo ativo, nem legitimada pela práxis vital, dispõem na rede de uma quantia - multiplicável – de identidades eletrônicas passivas’.” “No cibernirvana coexistem realidades fluidas com personalidades múltiplas e um número inesgotável de verdades.” (Homo ludens na infovia.O jogo das realidades imaginárias - Ciberética). Perigo: tem gente que usa a liberdade de escolha de identidade para alimentar pensamentos distorcidos e opiniões torpes sobre as coisas.
Categoria: Citação
Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 10h02
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morcego britânico faz sexo até com a sogra (sic)
... li isto na página de ciência da Folha de S. Paulo. Serve pra dizer que os morcegos vivem numa sociedade quase-humana? (dãã) Ou para atrair leitores que não curtem esses animais, mas têm sogra e mãe? É uma idéia muito pobre para destacar uma notícia científica sem relevância social. Não tenho nada contra a vida sexual dos morcegos, ou os pesquisadores a ela dedicados, mas digo que este repórter já foi mais criativo nos textos de divulgação científica.
Trechos da notícia: Pelo bem da evolução, morcego britânico faz sexo até com a sogra (Ricardo Bonalume Neto) Para uma espécie de morcego europeu, qualquer maneira de amor vale a pena: os machos também fazem sexo com as sogras, e mesmo com a avó da parceira. Um estudo genético detalhado mostrou que fêmeas aparentadas entre si compartilham os companheiros. Os morcegos da espécie Rhinolophus ferrumequinum vivem em bandos segregados de fêmeas, que cuidam conjuntamente dos filhotes. Os machos vivem separados nas fêmeas, só se aproximando na hora do acasalamento. (...) Em muitos mamíferos, o acasalamento é em grande parte determinado pelo grau em que os machos conseguem monopolizar as fêmeas. Mas há estudos que demonstram uma maior influência da capacidade de escolha da fêmea, especialmente entre morcegos. E as fêmeas da espécie em questão levaram a escolha ao extremo. Elas compartilham os machos com as mães e avós, o que aumenta o grau de parentesco do grupo e a cooperação social.
Folha online: (versão mais morcega e menos humana) Revista Nature: (versão original e sem apelação) - que traz na edição de hoje notícias mais relevantes que a escolhida pela Folha de S. Paulo.
Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 09h49
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busca por segurança no mundo atual*
Já está disponível a nova versão da Cartilha de Segurança para Internet, que como o nome diz, dá dicas de como aumentar a proteção nas operações feitas na rede. A cartilha é produzida pelo Cert.br, que é ligado ao Comitê Gestor da Internet no Brasil. Dá uma olhada na publicação, enquanto eu resolvo o problema de segurança da porta da cozinha do meu apto. que foi detonada por um gatuno ontem. Por sorte, ele não conseguiu entrar, apesar de ter quebrado as fechaduras. Acho que ele pressentiu que ia se dar mal...rs.
* o título deste post é o subtítulo do livro Comunidade - a busca por segurança no mundo atual. Z. Bauman.
Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 13h24
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Esquecer faz bem!
A variedade de informações me instiga, desejo saber de tudo um pouco, mas também estou sempre deletando dados, esquecendo pessoas, reconstruindo imagens. "Ah, você esqueceu disso?"; "você não era assim..." são frases detestáveis. Também não aguento nostalgia do tipo "...era tudo tão bom naquela época" por mais de 5 minutos. Claro que eu reconheço o passado, mas vivo no presente, simples... Apago lembranças e também fui/sou apagada por outros. Parece uma visão dura, mas não é só minha, parece ser um "fenômeno" natural, porém nem sempre imediato. Veja o que dizem: - pesquisadores diversos na edição de setembro da Galileu: "se você vez por outra não consegue se recordar de algo e sente-se frustrado por isso, lembre-se de que muitas vezes um "apagão" é necessário e até saudável". Leia + aqui. - filósofos em matéria da revista Bons Fluidos: "é índice de saúde saber deixar morrer o que passou." Leia + aqui. - Roland Barthes em Fragmentos de um discurso amoroso: "O enamorado que não esquece, de vez em quando, morre por excesso, cansaço e tensão de memória (como Werther)".
Acho que são bons argumentos pra gente usar a nosso favor.
Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 12h23
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