vc é criativo?
Mais uma pesquisa sobre sexo, ops!, sobre criatividade. Ah, sobre o que Dylan Thomas, Lord Byron e Pablo Picasso tinham em comum. Será que você é mais um deles? ou talvez seja uma boa dica pra listar requisitos..rs... ou só pra rir mesmo de mais um determinismo... olha aqui
Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 16h20
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não saquei a pegadinha
Alguém, por favor, me explica qual é a novidade do "modelo de influência" de Philip Meyer, 75, jornalista e professor. Taí parte do texto de Pedro Doria em No Minimo. <--(Clica aí pra ler inteiro... se tiver paciência):
"Meyer sugere um novo modelo econômico para analisar a viabilidade da imprensa: é o modelo da influência. O que a imprensa oferece é influência, influência social e influência comercial. A influência social está na divulgação daquilo que acontece na comunidade. O enfoque nos problemas força mudanças de rumo. Esta influência não está à venda. A influência comercial vai dos grandes anúncios aos classificados, e vende-se. A relevância de um órgão de imprensa é dada por sua influência social e é o público quem decide isto. Se o jornal for relevante, venderá bem seus anúncios."
Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 13h53
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Os brasileiros acreditam no amor?...
...foi a matéria de capa da Revista do Globo, domingo, puxada pelo lançamento do livro "História do Amor no Brasil" da historiadora Mary del Priore. A revista chama atenção para experiências de amores duradouros e suas receitas. E daí eu parafraseio Roland Barthes, quando ele pergunta "por que durar é melhor do que inflamar?". Tive um casamento de 4 anos bastantes para quem começou aos 22. Para nós, foi o tempo suficiente... Mas esse inflamar é a troco do que??? No nosso caso, a gente nunca ficou sonhando com o fogo eterno mas com o fogo presente. Nossas trocas afetivas tiveram o seu lugar no tempo. Depois foram direcionadas para outras pessoas, porque nós quisemos e não porque os outros insistiram, ou se intrometeram em nossas vidas. Isto pra mim foi sempre uma coisa bem clara. O que não é para algumas pessoas frágeis demais, que põem a culpa de sua infelicidade em terceiros, seja no trabalho, no time de futebol, nos amigos, na família e tal. Há alguns meses, recebi emails com nome falso e comentários anônimos (aqui no blog) de uma pessoa que teimava em dizer que eu tirava seu sono e a atenção do marido, que é meu amigo virtual, segundo ela. Não conheço a mulher, ela não se apresenta, e assim não tenho como saber quem é o tal moço (segunda ela, sou carinhosa demais com o marido). E então, eu vi o tamanho do monstro que uma pessoa é capaz de construir para destruir sua relação. A acusadora criou uma aura ao meu redor. Ela não me conhece, nunca me viu, só me leu (em blogs e orkut assim disse) e, apenas por isso, me imagina "a piranha virtual"..rs.. A vontade de não quebrar essa minha aura (não a minha cara..rs) se compara ao que seria dito de um amor platônico, daqueles que se alimenta a imagem e justifica-se esse imaginário porque não se pode tocar... A coisa foi tão estranha que a mulher torceu por mim ao enviar um email posterior, que dizia "separados. caminho livre". Se ao menos eu soubesse quem era o cara...rs. Para preservar o amor, meu lema sempre foi não dar matéria a fantasmas... e para preservar amizades também. Adoro meus amigos.
"Amor, então, também acaba? Não, que eu saiba. O que eu sei é que se transforma numa matéria-prima que a vida se encarrega de transformar em raiva Ou em rima". (Paulo Leminski) -.. hd
Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 14h07
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