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fotojornalismo de 1ª

uma mulher para nos oferecer esta visão diferente da praia de Ipanema, no Rio de Janeiro. Podem dizer o contrário... mas eu achei bastante informativa esta foto da invasão das gigogas (...as plantas no mar - em segundo plano...)! Achei "poderosos" os dados q a imagem nos passa...rs.

  Foto:Ana Carolina Fernandes/Folha Imagem   - 31.01.2006



Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 16h38
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Alguém quer experimentar também?

Blogueiros, quem estiver interessado em saber "como é" ou participar do projeto Newsvine, eu tenho alguns convites para enviar. Deixe seu endereço e nome nos comentários, ok? Para quem ainda não ouviu falar disso, veja o que diz o Pedro Doria ou o prof. Carlos Castilho. Eu ainda estou explorando o terreno, não tenho opinião formada. Só posso dizer, por enquanto, que é "uma loucura", "fantástico"..rs.!!

-->"Os criadores do site Newsvine definem o projeto que pretende criar uma nova modalidade de jornalismo como uma mistura em partes iguais de investigação, opinião e criação coletiva. O site, baseado na cidade norte-americana de Seattle, está sendo considerado pelos especialistas como a mais inovadora tentativa de conciliar o jornalismo tradicional com a tendência opinativa dos blogs e experiências participativas como o jornalismo praticado por amadores no jornal online sul-coreano OhmyNews ." (Carlos Castilho, no Código Aberto) 



Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 08h24
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eu também quero um bônus!

Eu tinha que começar a semana falando de pesquisa, para me acostumar com a volta ao trabalho. Pois bem: neste domingo a FSP publicou uma matéria sobre pesquisas feitas nas casas dos consumidores de determinados produtos. Sondagens realizadas literalmente dentro das casas, com os observadores convivendo dia-a-dia como um membro da família para saber todos os hábitos do público. Em pesquisa científica, a gente chama de abordagem antropológica (e outras denominações), mas não pode rolar "simpatia" nem "pagamento" ao "objeto" estudado. Não é o caso do mercado, claro. Fiquei curiosíssima pra saber a forma de "agrado" que as famílias recebem pela "colaboração" com as empresas... Veja um trecho:

"De maneira geral, fazem perguntas aos moradores da casa e escaneiam (desde outubro de 2004 usam um scanner próprio para isso) todos os produtos na despensa. Os resultados vão direto para o banco de dados da companhia. Com base nisso, conseguem ver mudanças no volume, marca ou produto adquirido nas regiões. Podem traçar análises sobre o presente e tentar fazer alguma previsão sobre o desempenho de um produto, por exemplo.
As mesmas famílias são visitadas todas as vezes pela empresa e nada se paga pela ajuda dos moradores. Há uma "forma de agradecimento" que a empresa não diz qual é, mas nega ser dinheiro.
"Recebemos pessoas dizendo que querem fazer parte do levantamento, mas a seleção é um processo estatístico e não pagamos pela ajuda", diz Marisa Holzknecht, gerente de produto da ACNielsen. "O engraçado é que como esse contato é muito freqüente entre pesquisadores e a família, em muitos casos, acabam ficando amigos", afirma Holzknecht.
Na LatinPanel/Ibope, 8.200 entrevistas são feitas a cada semana -em domicílios escolhidos em pré-seleção pelo país- com dia e hora marcados. Também há premiação. O morador que mais dados dá e permite visita integral a todos os cômodos da casa, ganha um "bônus" -não se trata de dinheiro também."



Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 11h16
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