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Meu humor
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chips para rememória? não, obrigada.
Peguei, no fim de semana, o filme Violação de Privacidade (The final cut, 2004), que conta a história de um editor de memórias humanas. A sinopse era bem interessante. As pessoas ganham de presente dos pais, quando ainda estão no ventre, um implante no cerébro, que captura em áudio e vídeo toda sua memória durante a vida, desde o momento do parto. Quando morrem, a família paga um editor para mostrar apenas os bons momentos do morto para a sociedade (o cara é uma espécie de faxineiro moral). Os "presenteados" devem saber que possuem um implante, quando completam 21 anos. Por causa da falta de escolha (já que foi decisão dos pais), jovens criam grupos urbanos de protesto a esta prática e desenvolvem tatuagens com metais que impedem a gravação das imagens nos seus chips. (Uau, hein? promete... foi o que pensei) ***Dá um arrepio só de cogitar a possibilidade de ganhar um presente de grego destes. Já pensou?... acho que eu mesma pagaria meu editor antes da morte...rs. só pra garantir.*** Mas... o filme desanda lá pela metade. E termina de uma forma muito amadora. A idéia é boa, e até chega a criar expectativas, mas é só isso... De coisa interessante depois da metade, só mesmo o líder de uma das organizações de protesto, vivido por Jim Caviezel (aquele que faz o Cristo no filme polêmico do Mel Gibson).
Escrito por Ale Carvalho (Lain) às 13h08
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